Respeito, pela aluna Giovanna Larissa

Textos desenvolvidos nas aulas de Filosofia do Ensino Fundamental II, durante o mês de comemoração ao Feriado de 7 de Setembro de 2017, Independência do Brasil, como reflexão, com a professora Nilza Neves.

 

Por Giovanna Larissa – 7º B em 2017

 

Respeitar os animais

Respeitar os seus pais

Respeitar a natureza

Se todos fizessem isso seria uma beleza

 

Para respeitar os outros

Precisa primeiro se respeitar

O respeito é usado pouco

Principalmente na hora de falar

 

A vida é curta

E temos que aproveitar

Se todos seguissem essa regra

O mundo iria melhorar

Respeito e honestidade, pelo aluno Kauê

Textos desenvolvidos nas aulas de Filosofia do Ensino Fundamental II, durante o mês de comemoração ao Feriado de 7 de Setembro de 2017, Independência do Brasil, como reflexão, com a professora Nilza Neves.

 

Kauê Magalhães – 7ºA em 2017

Respeito é saber viver em sociedade, ou seja, respeitar você e os outros, saber escutar as pessoas e compreender os outros, pois você não sabe o dia de amanhã.

O respeito é um valor que vou tentar explicar: é um modo de sentir e com outros atuar.

Se sigo as regras da sala, se sei falar sem gritas, se arrumo o jogo que fiz, respeito eu estou mostrando.

Se dos animais cuidamos, tratamos bem a natureza, respeitamos as diferenças seremos mais felizes com certeza. Pois o respeito não vem conosco no corpo ao nascer, ele tem que ser aprendido, temos que ver, não fazer.

A ética e seu conceito dentro do nosso país, pelo aluno João Gabriel

Textos desenvolvidos nas aulas de Filosofia do Ensino Fundamental II, durante o mês de comemoração ao Feriado de 7 de Setembro de 2017, Independência do Brasil, como reflexão, com a professora Nilza Neves.

 

Por João Gabriel – 9º B em 2017

A ética, em si, não se trata de um saber acabado, mas da liberdade de escolhas, ordenadas em um conjunto de valores que você utiliza para a sua conduta no cotidiano.

Devemos compreender que, de certa forma, a ética é distinta da moral e ela se diferencia de grupos em grupos e de épocas em épocas conforme a inteligência compartilhada pelos componentes da sociedade.

 

Atualmente, o país não passar por um bom momento, até mesmo pela falta de ética de nossos governantes. Também é necessário entender que a ética está relacionada a nossa escolhas e pelo livre arbítrio concedido a nós. É por isso que o brasileiro deve fazer suas escolhas com a devida certeza de que a ética, junto com outros princípios, estarão no foco principal das nossas decisões.

 

Honestidade, pela aluna Giovanna

 

Textos desenvolvidos nas aulas de Filosofia do Ensino Fundamental II, durante o mês de comemoração ao Feriado de 7 de Setembro de 2017, Independência do Brasil, como reflexão, com a professora Nilza Neves.

 

Giovanna Ferrari – 8º A em 2017

A honestidade é uma característica que está faltando em muitas pessoas, cada vez mais vemos atitudes de pessoas que prejudicam a si mesmo e o próximo.

Honestidade tem um significado complexo porque muitas pessoas não conseguem entender e acabam que podem “pisar” no próximo, para ganhar vantagem e também acham que nada vai acontecer com elas.

Ser honesto não é somente ser correto com o próximo, mas também consigo mesmo, devemos tentar corrigir os nossos erros para sermos pessoas melhores.

Como já dizia William Shakespeare: “Nenhuma herança é tão rica quanto a honestidade”.

 

 

 

A Ética, pela aluna Fernanda

Textos desenvolvidos nas aulas de Filosofia do Ensino Fundamental II, durante o mês de comemoração ao Feriado de 7 de Setembro de 2017, Independência do Brasil, como reflexão, com a professora Nilza Neves.

Por Fernanda Coutinho – 9º A em 2017

Quando você escuta sobre ética, muitas vezes não sabe o significado, e por isso, muitas pessoas dizem que são éticas sem saber o que significa. A ética não é algo que você é, e sim algo que você pratica. O ser humano é o único ser vivo que pode ter ética, ou seja, liberdade de escolha e, consequentemente, o mundo que nós vivemos é o resultado das nossas escolhas.

Como tudo tem seu lado bom, também tem seu lado ruim. E o lado ruim da ética é a angústia, de saber o que escolher, o que fazer, qual rumo seguir. Para escolher é preciso atribuir valores e nem sempre a vida te da uma resposta certa. A ética não é um pensamento certo, cada grupo tem sua ética, cada tempo tem uma nova ética e nunca será individual.

Todas as escolhas dependem de uma circunstância, e é essa liberdade de escolhas que temos, as vezes nos faz sofrer, por que temos muitas escolhas e podemos só escolher uma. Para o grupo se entender e ter o melhor para ele, primeiramente, precisa da inteligência coletiva.

A ética tem a ver com afeto, e por isso, muitas pessoas têm vergonha na cara por fazer ou dizer algo que na sua sociedade não é aceito.

As três coisas mais importantes para se pensar são: eu devo, eu posso, eu quero, dizem muito de seu caráter, que é aquilo que te marca, então quando escolhemos algo que nos leva no caminho certo e nos dá a potência de agir, nos traz uma felicidade imensa.

Tudo que você não puder contar depois como fez, ou por vergonha ou por medo de ser reprimido pelo outros, não faça.

E se você tem dúvidas se você é ético ou não, pense nas suas escolhas e no seu caráter. Se suas escolhas trazem felicidade a você e não causam mal ao mundo ou ao seu grupo, você pode se considerar uma pessoa ética.

 

Soletrando…

O que é soletrar?

Soletrar é ler, pronunciando separada e sucessivamente as letras de uma palavra e juntando-as em sílabas.

Temos em nosso colégio um projeto chamado “Soletrando”, onde os alunos, primeiramente, participam de eliminatórias em sala de aula, durante uma semana. Após essa fase, os alunos competem entre séries.

Essas palavras escolhidas para soletrar, são palavras estudadas no trimestre, onde há maior dificuldade e emoção.

É um jogo onde existe competitividade, ansiedade e também alegria, pois os que foram selecionados estão à prova, a frente daqueles que estão torcendo por seu colega.

Nesse dia os alunos se unem para torcer, incentivando os grandes “soletristas” da sala

E você, é bom soletrador?

Projeto Biblioteca

No dia 09 de Abril comemora-se o Dia da Biblioteca e o Colégio Raposo Tavares  já desenvolve um Projeto Biblioteca com os alunos do Fundamental II e Médio. 

Projeto Biblio

Ser capaz de imaginar outras vidas e outros mundos é a grande aventura de multiplicar nossa existência e nela encontrar um sentido.

Ouvir histórias desde pequeno é, sem dúvida, o aprendizado das palavras, o estímulo para criar, pela fala e pela escrita, ou seja, domar a linguagem.

A leitura deve ser enfatizada em todas as disciplinas, de maneira interdisciplinar. É preciso despertar o interesse em nossos alunos pela leitura e ampliar suas mentes. Queremos mostrar que através da leitura nos aproximamos de outras habilidades, que não é somente registrar o que ouvimos ou falamos, mas sim estruturar de forma criativa e original. Para isso, exige acima de tudo o gosto pela leitura.

Ninguém escreve do nada, as idéias não surgem por acaso, é necessário uma preparação, pois todo texto é resultado de outras histórias, de um vasto vocabulário que depois de sua compreensão gera opiniões e conhecimento.

No caso da língua portuguesa cabe um aprofundamento maior em gêneros que caracterizam os textos de outras áreas de conhecimento escolar, como também os textos fora da escola, pertencentes ao universo social de todos. E, por acreditar nisso é que começa o processo de usar a capacidade de ler para aprender, pois a leitura é o ponto principal do projeto.

A leitura abre espaço para novos caminhos do saber e da aprendizagem. Buscando o entretenimento, a informação e a construção do conhecimento, bem como estimulando o estudo e o hábito de ler por prazer.

Tempo de Quaresma

Entre simbolismos milenares e tradições medievais

Fonte: Blog Ensinar História – Joelza Ester Domingues

O tempo da Quaresma faz parte do ano litúrgico de algumas religiões cristãs entre elas a católica, a ortodoxa, a anglicana e a luterana. São quarenta dias em que os fiéis se preparam para receber o Cristo Vivo, ressuscitado na Páscoa. Essa preparação não é festiva, ao contrário, são quarenta dias de penitência, de abstinência e conversão espiritual.

Foi o papa Gregório XIII, responsável pela criação do calendário gregoriano, que, em 1582, decretou as regras da Quaresma marcando seu início na Quarta-feira de Cinzas e seu término no Domingo de Ramos, quando se inicia a Semana Santa que culmina na Páscoa. O tempo da Quaresma e da Semana Santa está atrelado à data da Páscoa.

Esse deve acontecer no primeiro domingo após a primeira lua cheia do início do outono, no hemisfério sul, ou da primavera, no hemisfério norte.

Por que o tempo da Quaresma dura quarenta dias?

O simbolismo do número 40:

O número quarenta é um simbolismo muito antigo que existe em diversas culturas. A quarentena simboliza a realização de um ciclo de vida, em que ocorre uma mudança radical, a passagem para outra vida ou para uma nova maneira de viver, pensar e agir.

A quarentena aparece em diversas passagens da Bíblia, no antigo e no Novo Testamento, marcando momentos importantes:

40 dias durou o dilúvio e outros 40 dias para a terra firme aparecer                                       (Gênesis 7:4-12 e 8:6)

40 anos durou o Êxodo, a viagem do povo hebreu do Egito para a Terra                                Prometida. (Salmos 95:10 e Deuteronômio 8:2-4).

40 dias e 40 noites Moisés permaneceu no Monte Sinai para receber a                                  Tábua dos 10 Mandamentos.

40 dias o profeta Elias levou para chegar ao monte Horeb onde se                                          encontrou com Deus (I Reis 19:8)

40 anos duraram os reinados dos primeiros reis de Israel: Saul (Atos 13:21),                        Davi (II Samuel 5:4-5) e Salomão (I Reis 11:42)

40 dias após seu nascimento Jesus foi levado por Maria e José ao Tempo                                (Lucas 2:22), conforme determinava a lei judaica que exigia esse tempo                             para a circuncisão do bebê e a purificação da mãe.

40 dias e 40 noites Jesus passou no deserto, sem comer, antes de iniciar                               suas pregações públicas (Matheus 4:2 e Lucas 4:1-2).

40 dias Jesus ressuscitado permaneceu com seus discípulos, instruindo-os,                          antes de subir ao Céu (Atos 1:1-3)

O simbolismo do número 40 aparece também em outras sociedades:

Segundo tradição religiosa, Buda e Maomé começaram sua pregação com                        40 anos de idade.

Entre muitos povos africanos, os funerais duram quarenta dias e                                            oferecem-se em sacrifício quarenta bois e quarenta cauris.

Os índios nativos do Equador faziam o segundo enterro: após quarenta                                dias, o cadáver era desenterrado, seus ossos, limpos e colocados em um                                lugar definitivo.

Entre os povos do Altai, após quarenta dias da morte do marido, a viúva                              pronunciava a fórmula ritual: “Agora, eu te abandono”, que a tornava                                livre para um outro casamento.

A igreja cristã manteve a tradição milenar dos quarenta dias para                                        determinar o tempo da Quaresma: tempo de preparação, de purificação,                            de aprendizado e de conversão espiritual para a celebração da Páscoa.

Tradições da Quaresma Chegada a quarta-feira de Cinzas, os fiéis corriam às igrejas em busca do perdão pelos excessos cometidos no Carnaval. As cinzas, postas em cruz sobre a testa, lembravam a lição de humildade de que todos vieram do pó e a ele retornarão. Era o momento dos cristãos reconhecem seus pecados, arrependerem-se deles e fazerem penitências.

A quarentena era um tempo de proibições, abstinências e jejuns. Na Idade Média, toda atividade social, política e eclesiástica era suspensa. Seques casamentos podiam ser celebrados. Os fiéis deviam assistir missa todos os dias. As restrições alimentares eram severas: bebia-se somente água e as refeições reduziam-se a pão e pescados.

Tradições religiosas trazidas de Portugal e Espanha foram acolhidas pela sociedade brasileira e muitas delas ainda perduram, especialmente, nas cidades interioranas do Nordeste.

Entre as proibições da Quaresma, destacam-se:

Olhar-se no espelho, usar maquiagem, perfume, jóias e roupas coloridas, por serem sinais de vaidade.

Banhar-se, pois ver o corpo nu poderia atrair pensamentos pecaminosos.

Danças, assobiar, cantar, ouvir música e qualquer outra diversão por serem                     sinais de alegria e a Quaresma é um tempo de austeridade e recolhimento.

Tomar bebida alcoólica poderia levar a pessoa à loucura.

Namorar e manter relações sexuais, principalmente, na sexta-feira da Paixão,                 era um pecado grave que levava o homem à impotência e tornava a mulher                      estéril.

Comer carne vermelha, especialmente, carne de porco, pois se dizia que ela                       superaquecia o corpo levando a pessoa à gula ou a luxuria.

As refeições deveriam ser frugais, reduzidas ao mínimo e com longos períodos                  de jejum.

Ainda hoje, muitos cristãos seguem as restrições alimentares da Quaresma, porém, de maneira menos rigorosa cortando, por exemplo, o consumo de carne e frango nas quartas e sextas-feiras de Quaresma.

Em muitas cidades, algumas décadas atrás, as redes de rádio e televisão interrompiam sua programação durante a Quaresma.

Bares e cinemas fechavam as portas. Instrumentos musicais eram mantidos fechados durante a quarentena.

Os trens não apitavam e nem os carros buzinavam em sinal de respeito e silêncio total.

Mulheres com nome de Maria não penteavam os cabelos e nem varriam a casa.

Há ainda quem hoje recomende suspender o uso de celulares, redes sociais e internet!

 

 

O sentido da Páscoa

Lembrancinha turmas JardimFacebook

Páscoa é uma data que o Cristianismo comemora a ressurreição de Jesus. Cada pessoa e cada família têm sua maneira de comemorar.

Em cada comemoração o importante não é o presente e sim, a lembrança do outro como ser humano, pessoa, amigos filhos, pais e, o mais importante é que Cristo nos torna uma só família.

O coelho e o ovo são símbolos da fertilidade, ou seja, vamos multiplicar o amor, o carinho, a atenção e a solidariedade.

No Colégio Raposo Tavares essa data é um dia de alegria, amizade e carinho.

A Educação Infantil recebe a visita do coelho que traz brincadeiras e alegria. Recebem lembrancinhas e ovos de chocolate. Fazem brincadeiras como caça ao tesouro, onde eles se divertem muito.

Os alunos do Ensino Fundamental I têm conversa informativa sobre a data, brincam com ovos que são encontrados no corredor do Colégio e ganham uma lembrancinha com chocolate que as professoras confeccionam com muito carinho e esse ano farão um fondue com frutas e chocolate.

Toda a equipe do Colégio deseja que Cristo renasça sempre em todas as vidas e famílias nessa Páscoa de 2018.

Feliz Páscoa!

Professora Ilza Araujo.

 

 

 

 

Dia Internacional da Síndrome de Down

Visite omuseu (4)

(Nossos alunos João Pedro do 6 ano A e Aime do 3 ano A).

Reflexão sobre a inclusão:
Atualmente, se fala muito sobre a inclusão da criança com necessidades especiais. Especialmente, nas escolas e como é difícil e árdua essa missão! Mas essa inclusão começa com todos nós.


A inclusão necessita, antes de tudo, vir de dentro para fora. Antes de qualquer sistema, antes de qualquer método de trabalho ou de qualquer adaptação curricular é preciso despertar o sentimento do amor humano, para que assim amplie a ideia que todos nós somos iguais e diferentes ao mesmo tempo.


O educador deve respeitar o ritmo da criança e proporcionar-lhe, estimulação adequada para o desenvolvimento de suas habilidades, levando em consideração suas necessidades.

Somos seres únicos. Cada um com suas particularidades e todos estamos sujeitos a obstáculos e deficiências, com direito de educação e respeito.


O maior obstáculo da inclusão não é tanto as ‘deficiências’ e as condições para tal e sim o profundo descaso com o ser humano, a necessidade de sentimento, a carência de compreensão. Aceitar as diferenças e dela desfrutar o amor. Incluir é a nossa missão.

Como diz Paulo Freire: “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.


Igrid j. Cabral de Melo
Auxiliar de classe